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O Escolhido - Hannah Howell

>> sexta-feira, 20 de julho de 2012



- Ah, amor, você vai aprender que existem várias maneiras
 de encontrar o prazer que ambos almejamos.
Pág. 124

Segundo informado pela editora Lua de Papel, este é – infelizmente – o último volume da série. Nem acredito, já que Hannah Howell é conhecida por sua famosa saga das Terras Altas, composta por 17 volumes. A família Wherlocke é extensa e se considerar que eles se reproduzem como coelhos, essa série ainda teria muito que contar. Além do mais HH nos deixará órfãs, como assim não ter livro do Modred? Passou as quatro histórias exaltando as qualidades e a "maldição" do chefe do clã, nos fez ficar com peninha dele, com vontade de colocar no colo e agora não vai ter livro dele?! #revoltafeelings

O Escolhido (Lua de Papel, 192 páginas, R$ 29,90) já começa causando. Lorelei está passeando quando dá ‘de cara’ com um fantasma – espectro – de Argus. Ele foi capturado e está sendo torturado; graças à habilidade que conseguiu aprender proveniente do seu dom, ele consegue transportar seu espírito para fora do corpo e ‘reaparece’ na propriedade do pai de Lorelei.

Quase tudo nesse livro é incomum e diferente dos volumes anteriores, talvez por isso seja meu volume favorito - além de não ser cansativo. O pai de Lorelei é estudioso e acredita nos dons dos Wherlocke e Vaugham. Ele se casou cedo e têm vários filhos, proveniente de três casamentos. Ele criou Lorelei com certa liberdade, por isso ela é independente e geniosa, só faz o que quer, mas quase sempre é sensata. E ela decide que precisa resgatar Argus.

Lorelei se veste com roupas masculinas e vai procurar o cativeiro. Com ajuda dos primos, consegue resgatá-lo. Seu pai, até então não sabia de nada, mas logo que a família vai em busca dele, fica impossível manter segredo. Pausa para falar do mordomo: nunca vi mordomo mais petulante (no bom sentido, se é que a palavra permite isso). Ele é uma espécie de conselheiro e, também, só faz o que quer... na medida que seu cargo permite. Adorei esse personagem.

Quando os parentes de Argus chegam, conhecemos os dons de outros integrantes. Essa família é bem excepcional.

Juntos, planejam descobrir quem sequestrou Argus e o porquê. E é quando aparece o clichê: o vilão vai se vingar por meio da mocinha. Argus irá defendê-la, mesmo que lhe custe à vida. Mas quer saber? Gosto muito desse clichê e o romantismo por trás dele, é nessas horas, com os ânimos exacerbados, que eles se declaram.

- Sabe do que mais, Sir Argus Wherlocke? – gritou ela, mostrando-se capaz de ser atrevida, um talento que havia sido bem afiado pelo fato de ela ter crescido com dezesseis irmãos e irmãs. Sem esquecer um grande bando de primos. - Você, que está tão determinado a bancar o cavalheiro, acha que suas vontades vão me obrigar a me esconder? Pode acreditar, pode mesmo, não sou tão covarde quanto você e vou começar a lutar pelo que quero. Já pensou nisso? Pode acreditar, tenho as minhas próprias vontades! Quem sabe não seja eu quem verá você nu debaixo de mim!
Pág. 51

Se estiver procurando por um romance histórico leve e despretensioso, com uma pitada paranormal, acabou de encontrar!

Série Wherlocke
1. A Vidente
2. A Sensitiva
3. A Intuitiva
4. O Escolhido

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