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Anna e o Beijo Francês - Stephanie Perkins

>> quarta-feira, 8 de junho de 2011



 Arrisco um olhar e St. Clair me olha fixo. 
Profundamente. Nunca tinha olhado pra mim desse jeito. 
Viro-me antes, e então sinto-o virar algum tempo depois.
Sei que ele está rindo, e meu coração se acelera.
Pág. 83

Eu queria dar 6 estrelas ao livro, mas no Skoob o máximo são 5 estrelas. Como o blog é meu, aqui posso dar a nota que eu quero – rs – Anna e o Beijo Francês tem nota 6, numa escala de 1 a 5!

Anna vai estudar na cidade mais romântica do mundo, Paris. A princípio ela odeia. Todos seus amigos moram em Atlanta, ela ficará longe de seu único irmão e de sua melhor amiga, Bridge. Longe também do seu paquera Toph. Anna nem fala francês, então que raio seu pai estava pensando?

Tá, ele era escritor, escrevia romances sobre mulheres com doenças terminais que se apaixonavam e depois morriam (Sparks?), com essa e outras histórias similares ele logo foi parar na lista dos mais vendidos do The New York times. Seu pai é escritor, bem sucedido, rico e bonito. Ter uma filha estudando em Paris é um status quo.

A escola americana em Paris é seleta, privilegiada. Filhos de senadores americanos estudam lá. É a chance da vida de Anna Oliphant.

Em outro continente, sozinha, sem falar a língua nativa, é hora dela se virar. Por sorte faz amizade com uma veterana, Meredith, que logo a apresenta ao seu ciclo de amigos e Étienne St. Clair.

Estudo o seu perfil. Os lábios, o nariz, os cílios. Ele é tão bonito.
Pág. 141

Logo Étienne torna-se seu melhor amigo, aquele que a ajuda no francês, que a leva num tour por Paris. E logo a amizade se transforma em paixão ao menos pra Anna. St. Clair é seu amigo, porém Étienne é o garoto dos seus sonhos, aquele loucamente apaixonado por ela. Ela gosto tudo nele. Só tem um probleminha...

Só tem uma coisa que eu não gosto nele. Ela.
Não importa que eu possa contar em uma mão quantas vezes nos encontramos. É aquela primeira imagem, a que não consigo apagar. Sob o poste. Os dedos dela no cabelo dele. Vou mais longe. O quarto dele...
Eu fantasio sobre o término do namoro deles.
Descobri que não sou uma pessoa legal.
Pág. 204

Se deixarem eu conto o livro todo! rs. Anna e o Beijo Frânces, de Stephanie Perkins (Novo Conceito, 288 páginas, R$ 24,90), é perfeito. Fala sobre enfrentar e superar obstáculos, sobre romance, sobre morar longe de todos que se amam, sobre amizades falsas.

Os pais de Anna são divorciados, mas tentam conviver harmoniosamente pelo bem dos filhos. Os pais de Étienne, não são divorciados, mas mantém um casamento de aparências. O pai tem quantas amantes quiser, a mãe finge que não liga. It’s complicated.

Ri, chorei, chorei de rir. Estou apaixonada por esse livro. Stephanie Perkins entrou pro hall das minhas autoras queridinhas, bem ao lado de Nora Roberts e Chelsea Cain.

Bônus:


Atenção, spoiler!


É estranho, mas eu me pego distraída o tempo todo pelo branco dos seus olhos na escuridão, por uma parte encaracolada do seu cabelo fora do lugar, pelo suave aroma do seu desodorante. Ele me cutuca devagarzinho oferecendo o descanso de branco, mas eu recuso e ele o toma para si. Seu braço está próximo ao meu, um pouco erguido. Olho para suas mãos. As minhas são pequenas comparadas às suas mãos grandes, ossudas.
E, de repente, sinto vontade de tocá-lo.
Não um empurrão ou até mesmo um abraço amigável. Quero sentir as dobras em sua pele, ligar suas sardas com linhas invisíveis, passar os dedos no seu pulso... Ele se move. Não consigo me concentrar.
St. Clair tosse e se move de novo. Sua perna encosta na minha. E ficam lá. Estou paralisada. Eu deveria movê-la; parece tão artificial. Como ele pode não notar que sua perna está tocando a minha? Pelo conto dos olhos, vejo o perfil do queixo e nariz dele e – oh, meu Deus – a curva dos lábios.
Aí está. Ele olhou pra mim. Eu sei que olhou.
Págs. 82-83

É uma doença física. Étienne. Quanto eu o amo.
Eu amo Étienne.
Eu adoro quando ele ergue uma sobrancelha quando digo alguma coisa que acha inteligente. Ou divertida. Adoro ouvir suas botas batendo no teto do me quarto. Adoro que o acento no seu primeiro nome seja agudo, e que ele tenha um sotaque lindo.
Eu amo tudo isso.
Pág. 203

- Eu estou bem, só estou feliz em ter você para conversar.
- Então... Isso significa que posso te ligar?
Pág. 190


Sinto falta de Paris, mas lá não é minha casa. É mais algo do tipo sentir falta... disso. Desse calor pelo telefone. É possível que lar seja uma pessoa e não um lugar? Bridge costumava ser meu lar. Talvez St. Clair seja meu novo lar.
Eu nunca poderei dizer a ele, mas é verdade.
Isto é estar em casa. Nós dois. Juntos.
Pág. 195

Série Anna and Friends
1. Anna e o Beijo Francês
2. Lola e o Garoto da Casa ao Lado
3. Isla and the Happily Ever After
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