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Dália Azul - Nora Roberts

>> terça-feira, 17 de julho de 2012



- Ruiva, nunca perde a pose?
- Não. Nós, ianques, somos assim.
Pág. 126


Stella perdeu o marido num trágico acidente de avião. Ela tinha uma hipoteca a pagar e dois filhos pequenos para criar. Os próximos anos seriam difíceis e dolorosos... Três anos se passam, Stella se muda para Memphis, onde seu pai e a madrasta moram, ela precisa urgentemente de emprego e um lar para criar os filhos. É quando surge Roz.

Roz Harper é descendente de uma tradicional família sulista. Sua paixão pelas flores a tornou uma empresária de sucesso, mas o mesmo talento que ela tem para plantar e cultivar os mais variados tipos de plantas lhe falta em administração. Ela precisa de uma gerente que entenda o ramo e Stella caiu como uma luva.

Emprego com um ótimo salário e acomodações, era tudo que Stella precisava ou poderia querer. Roz era uma ótima chefe e lhe dava liberdade para executar seu trabalho como deveria ser feito. Seu único problema era o temperamental paisagista, Logan. Logan simplesmente não conseguia trabalhar com planilhas de custos, estoque ou qualquer outra coisa que uma empresa normal precisa para gerir os negócios com sucesso. Ele era desorganizado e a tirava do sério.

A ruiva ianque - como Logan chama Stella – o estava deixando louco. Primeiro aqueles cabelos, ele ficava hipnotizado por eles e perdia todo o bom senso. Depois, toda aquela conversa e mais conversa sobre sistemas e papeladas... a mulher era uma máquina que não parava e ele só pensava em beijá-la.

- Você era como coceira nas minhas costas. Naquele lugar onde não conseguimos coçar por mais ginástica que façamos. Eu não me importaria nem um pouco de ter avançado devagar. Regra geral, não vejo grande sentido em precipitar o que for. Mas sabe, não conseguimos planejar como nos apaixonamos. E eu me apaixonei por você.
Pág. 343

Para completar o cenário aparece Hayley – parente distante de Roz -, grávida e precisando de trabalho e um lugar para morar. Essas três mulheres irão construir um laço forte de amizade e juntas serão capazes de enfrentar qualquer coisa, até o fantasma da noiva Harper. Esse fantasma é responsável pela parte de mistério e suspense da trilogia.

Dália Azul (Bertrand Brasil, 378 páginas, R$ 39,00) é divino. O início é de chorar. O final é de chorar e rir, tudo ao mesmo tempo. Não tem como não amar Nora Roberts . O livro começa com uma carta da autora contando que ela não têm hobbies, têm paixões e uma dessas é a jardinagem. As descrições das flores e todo o seu amor é observado durante a história, ela conseguiu falar sem tornar o assunto chato ou maçante. Os personagens tem fibra, são autossuficientes e determinados.

Depois de ter escrito tantos livros, dá para pensar: Ah, agora ela não me surpreende mais. Daí você lê um novo livro e pensa: Uau, ela se superou mais uma vez! Sou apaixonada por seus romances ao melhor estilo conto de fadas moderno. Aos céticos, Nora dá um recadinho: “Minhas leitoras sabem que meus romances não são sobre mulheres em busca de homens, e sim sobre uma mulher muito especial que procura o homem de sua vida”.

Trilogia das Flores
1. Dália Azul
2. Rosa Negra
3. Lírio Vermelho

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