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A Dama da Ilha - Patricia Cabot

>> quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

- Pelo amor de Deus, Brenna. Não tente fingir que não me ama.
Nada disso teria acontecido, se você não me amasse.
Pág. 209



Dr. Reilly Stanton, 8º Marquês de Stillworth, queria provar à bela Christine que era mais do que um riquinho mimado. Ele queria provar que era um homem de verdade e de valor. Formado em medicina, partiu para a longínqua e inóspita Ilha de Skye. O ano era 1847.

O período de 1831 até aproximadamente 1849 foi afetado pelo Cólera. A doença dizimou milhares de pessoas durante os dois focos principais, em 1831 e 1848. Na época, não se sabia ao certo como a doença era propagada.

Srtª Brenna, filha de médico, era conhecida como a destemida. Na ausência do pai, ela cuidava da população da ilha, seja humano ou animal. Quando descobre que o Lorde da ilha contratou Reilly se sente traída, ainda mais quando precisa fazer sua pesquisa às escondidas.

Ela acredita que o Cólera não é propagado pelos miasmas (gases putrefatos) e sim por alguma outra coisa que ela ainda não descobriu. Ela só precisa de tempo até conseguir ligar os fatos.

Reilly achava que todas as Brennas fossem feias, mas não Srtª Brenna de Skye. Ela parecia uma amazona indomável. Linda. Única. Com o tempo, ele nem lembraria mais da bela Christine.

A Dama da Ilha, de Patrícia Cabot (Essência, 320 páginas, R$ 34,90), é um delicioso romance de época. Diferente dos romances comuns do período da Era Vitoriana, com os grandes salões londrinos e bailes, este se passa no interior da Escócia, com uma população pobre, que não se atenta à moda nem a qualquer modernidade.

O romance foi escrito em 2001 e nos apresenta uma faceta adulta de Cabot. As poucas cenas de sexo entre Reilly e Brenna são sensuais e picantes. Brenna tem fibra, é assertiva. Reilly é um autêntico cavalheiro.

Outro ponto a favor, não é uma trama chata, como aconteceu em Pode beijar a noiva, no qual a história começou de maneira esplêndida e foi caindo no marasmo. Esse, é um romance leve e divertido.

Patrícia Cabot é pseudônimo de Meg Cabot.

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