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Lista dos livros mais vendidos

>> sexta-feira, 30 de julho de 2010


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Continuam na lista dos mais vendidos: The Help (Kathryn Stockett); Comer, Rezar, Amar (Elizabeth Gilbert); a trilogia do Siteg Larsson.

A novidade fica pelo lançamento da Nora Roberts: The Search, que ocupa o 3º lugar da lisa do The New York Times e 11º lugar do USA Today.

Fiona Bristow, treinadora de cães especializados em busca e resgate, escapou das garras de um assassino, que matou seu noivo e seu cão. Abalada, isolou-se numa cabana no meio do deserto. Queria ficar só. Mas um atraende récem-chegado invade seu isolamento. Simon, que é carpinteiro, tem um filhote de cachorro rebelde. Fiona se encanta pelo cachorrinho, e pelo dono. E quando sua vida começa a entrar novamente no eixo, o assassino retorna e está cada vez mais próximo dela.







Esse mês a Bertrand Brasil, lança, também, mais um thriller da Nora, intitulado Bellissima.


Especialista em autenticação de obras renascentistas, Miranda atesta como original uma falsificação. Ao descobrir a farsa, ela decide encontrar a verdadeira peça e revelar o motivo para tal crime. Para isso, terá a ajuda do sedutor ladrão Ryan Boldari, que pensa em se apoderar da obra de arte. Porém, os planos dos dois ruem quando um perigoso assassino começa a persegui-los.

E a situação se fecha quando fica nítido que o assalto à residência de Miranda não foi um mero acaso, e que A Senhora Sombria guarda tantos segredos quanto a bela mulher que lhe deu o nome. Para a doutora, o caminho de volta para casa está repleto de traições, deslealdades e perigos que ameaçam a todos.



Trecho do livro:

“Ela remexeu a comida no prato, lutando para não se mostrar nitidamente lisonjeada ou seduzida. — Isso foi inteligente.
— Sou um homem inteligente e você não confia em mim.
Ela fixou os olhos nele mais uma vez. — Eu não te conheço.
— O que mais eu posso te contar? Sou de uma família grande, étnica, cresci em Nova York, estudei, sem grande entusiasmo, na Colúmbia. Depois, como não sou artista, passei a fazer negócios com arte. Nunca me casei, coisa que desagrada a minha, mãe — tanto que uma vez cheguei a considerar a possibilidade  seriamente, mas foi por pouco tempo.
Ela levantou a sobrancelha. — E descartou a possibilidade?
— Naquela época, com aquela mulher. Faltava aquela centelha. — Ele se aproximou, pelo prazer de estar perto dela e porque gostava do olhar de cautela que aparecia em seus olhos enquanto o fazia. — Você acredita nesse tipo de coisa, Miranda?
Essa centelha, ela imaginava, era prima daquela sensação no coração. —  Acredito que ela alimenta uma primeira atração, mas uma centelha morre e não é o suficiente a longo prazo.
— Você é cética — ele concluiu. — Eu sou romântico. Você analisa, eu aprecio. É uma combinação interessante, não acha?
Ela moveu o ombro, descobrindo que não estava mais tão relaxada. Ele pegou sua mão tamborilando na mesa mais uma vez. Tinha o hábito do toque, ao qual ela não estava acostumada, e o dele era um toque que a deixava mais do que alerta à tal centelha.”
                               (p. 97)

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