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Um Natal fora de época...

>> segunda-feira, 20 de abril de 2009


... e entre um post e outro um trecho de um livro que ainda não tenho (infelizmente!!!!) para esquentar essa segunda-feira (que geralmente é o dia mais estressante no meu trabalho):

Sem Clima para o Amor - Rachel Gibson

- Vou mostrar-lhe o andar de cima.
Sebastian ia logo atrás, à medida que Clare subia pela escada curva. Visitou três quartos de hóspede, o quarto da mãe e, por fim, o quarto que era dela. Ainda havia uma cama de viúva50 com ornamentos de madeira maciça em forma oval nos encostos, o mesmo guarda-roupas enorme, guarda-louças e penteadeira de cinco gavetas. A única coisa que mudara fora a decoração da cama.
- Eu me lembro desse quarto - afirmou Sebastian, enquanto caminhava mais para dentro. - Só que era tudo cor-de-rosa.
- Isso.
Voltou-se para ela e disse:
- Feche a porta, Clare.
- Por quê?
- Porque você não vai querer que sua mãe veja o que eu vou fazer com a garotinha dela.
- A gente não pode fazer nada aqui.
- Quem ouve quase acredita - caminhou até o outro lado e ele mesmo fechou a porta. - Quase - fez o caminho de volta, percorreu as mãos pelos braços até os ombros dela e até a nuca. Beijou-a, e, antes que percebesse o que ele queria, os dedos de Sebastian encontravam-se na curva de sua nuca e ele descia as alças de seu top até a cintura.
Clare recuou e cobriu os seios nus com as mãos:
- E se alguém entrar aqui?
- Ninguém vai entrar aqui - agarrou-lhe o pulso e pousou as palmas das mãos dela sobre seus ombros. – Você está com os bicos durinhos e a calcinha molhada. Logo, eu sei que você também está a fim - colocou as mãos em concha sobre os seios dela e resvalou as pontas enrijecidas com os polegares. - Eu vim pensando em fazer isso desde que entrei nesta casa. Tudo enquanto a sua mãe contava histórias de eventos de caridade. Eu fiquei imaginando se alguém ia perceber se eu sumisse por debaixo da mesa e beijasse você no meio das coxas. Fiquei imaginando se você estava tão excitada quanto eu. Daí, senti sua calcinha e soube que ia estar dentro de você alguma hora esta noite - beijou-a no pescoço e ela deslizou as mãos por baixo do suéter e da camiseta que ele usava.
- Eu achei que, depois da noite passada, você não ia mais querer transar - disse, e uma de suas mãos escorregou para o botão da calça dele. - Que eu ia ficar de fora da sua vida.
- É. Eu subestimei você. Minha previsão é de que vai acontecer pelo menos mais uma vez.
Sebastian agarrou e levantou a parte de trás das coxas de Clare. Ela abraçou-lhe a cintura com as pernas, aproximando a virilha do pênis saliente enquanto ele a carregava vencendo a curta distância até a pesada penteadeira de carvalho.
- Diz pra mim o quanto você está desesperada por isso - ajeitou-a sobre a penteadeira e subiu a saia dela até a cintura.
Desesperada a ponto de deixar você me despir com minha mãe no andar de baixo.
Ele afastou as coxas dela e apalpou -lhe a calcinha:
- Caminhar por esta casa sabendo que você estava tão molhadinha quase me matou.
Ela abriu o zíper da calça dele e alisou-o por dentro da cueca. Sentiu a pulsação e apertou:
- Está duro.
- Vou fazer você chegar ao orgasmo.
- Eu estou contando com isso.
Em vez de puxar a calcinha pelas pernas, ele deslizou as alças do tecido para um lado. Em seguida, penetrou-a, grosso e enorme, e ela abraçou-lhe o traseiro com as panturrilhas até tê-lo todinho dentro. A carne dele era quente; Clare comprimiu os músculos ao redor de Sebastian. O beijo dele era suave e doce, enquanto ele se movia, retirando levemente e ajeitando-se por dentro.
- Você é tão gostosa quanto eu me lembro – sussurroulhe bem acima dos lábios. - Tão boa e apertadinha. A cabeça de Clare recuou até o espelho, e ele beijou-a no pescoço, pouco abaixo da orelha. - Eu quero tanto você - disse. - Quero beijá-la em todo o lugar, como fiz ontem à noite. - Fixou os lábios contra os dela e um gemido muito fundo lhe veio da garganta. Saía e estocava com força. Se houvesse alguma coisa nas gavetas da penteadeira, teria feito muito barulho. Ainda bem que estava vazia, e o único som do quarto era o da respiração pesada.
Ele a penetrava de forma constante, acariciando as paredes úmidas de Clare e massageando-lhe o ponto G. Não demorou para que a primeira onda de orgasmo a atingisse e lavasse seu corpo com um calor branco e intenso. Deixou-a sem fôlego e recurvou os dedos de seus pés dentro das botas pretas. Tão logo aliviou, começou de novo:
- Meu Deus! - arfava, tão logo o segundo orgasmo a atingiu de jeito. Em meio ao próprio prazer que experimentava, sentiu a ejaculação poderosa dentro de si.
O gemido dele saiu das profundezas de seu peito, os joelhos prendendo um pouco, e ele apertou ainda mais as coxas de Clare para não cair.
- Jesus Todo-Poderoso! - prosseguiu, em meio a um sussurro rude e rouco.
Quando tudo terminou e o pulso ficou mais calmo, Clare retirou uma das pernas ao redor da cintura dele enquanto Sebastian lutava para recobrar o fôlego. Ela nunca sentira nada assim na vida. Quando, enfim, conseguia falar, olhou bem dentro dos olhos verdes dele e disse:
- Foi sensacional.
- Também achei.
Ela piscava várias vezes:
- Tive um orgasmo múltiplo.
- Eu percebi.
- Nunca tive um.
Um dos cantos da boca dele se ergueu:

- Feliz Natal.


p.s: para saber mais sobre o livro, clique aqui.

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