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[Coluna} Livros Que Se Tornaram Filmes

>> quinta-feira, 21 de dezembro de 2017



Olá Pessoas! Tudo bem com vocês?

Não, vocês não estão na coluna errada! Este mês pedi licença à Ana para dar uma rápida passadinha em casa. Porque aqui é a minha casa, aqui foi onde tudo começou e voltar é sempre um prazer. Mas vamos ao motivo pelo qual eu estou nesta coluna hoje...

Todos devem saber que no dia 07/12 estreou o filme Extraordinário, baseado no livro homônimo da R.J.Palacio e os leitores mais antigos aqui do blog, devem lembrar que eu sempre falei do livro com um carinho enorme. Afinal, que livros senhoras e senhores, que livro! Li em 2013 e até hoje ele tem um forte impacto na minha vida.


Sabia que precisava assistir ao filme, precisava não, deveria assisti-lo pois, ver o Auggie tomando forma nas telonas seria brilhante, a história dele mexe muito com a gente, como pode uma criança de 10 anos ensinar tanto?

Mas o Auggie não é uma criança normal, e não é por que ele tem uma deficiência que falo isso, ele é especial pela forma como que lida com as outras pessoas. Desde o nascimento que a vida dele se resume em luta e persistência. Conforme ele cresce, resiliência é um sinônimo que lhe cai perfeitamente. Sabemos o quanto os adultos podem ser cruéis, mas sabemos ainda mais o quanto as crianças podem ser cruéis.

Assim como o Auggie eu já fui a pessoa diferente, não por ter uma deficiência facial, mas porque eu tinha um sotaque diferente, por meu lábio inferior ser maior que o meu superior, por eu ser inteligente demais para a minha turma da segunda série (eu sou da época que a gente falava série e não ano) e sequentes, mas assim como o Auggie eu simplesmente sabia que eu era uma pessoa legal e aos poucos eu fui quebrando essas barreiras.


Assistir Extraordinário mexeu muito com essas lembranças que para mim estão enterradas, mas é muito difícil você ver o quão patético o ser humano é capaz de se tornar porque está acostumado a um modo de visão. Auggie seu filme é necessário para que a gente nunca esqueça que só porque eu vejo as coisas de uma forma que a do outro está errada, tudo depende do ponto de vista e a gente precisa pensar fora da caixa. Porém, a maior lição que a gente aprende tanto no livro, mas principalmente no filme é que nunca devemos julgar uma pessoa pela sua aparência, precisamos ser gentis uns com os outros sempre pois, não conhecemos suas lutas.

Enfim, por hoje é isso. Espero que tenham gostado da minha visita e lembrem-se: Precisamos cada vez mais que o sentimento de empatia transborde do nosso coração.








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