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[Resenha] Zane- Patrícia Rossi

>> segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Olá pessoas!! Tudo bem com vocês?

Hoje eu estou trazendo uma resenha de um livro que me divertiu muito enquanto eu lia. É o Zane da autora brasileira Patrícia Rossi. E olha... Que livro! Eu fiquei muito pensativa sobre o que escreveria sobre ele, porque é um clichê e ao mesmo tempo não. Então cheguei a conclusão que o mundo literário anda precisado de clichês e se forem tão bem construídos como Zane, melhor!! 
 
Antes de eu começar a falar preciso dizer que Zane leva o selo "KIOMEM" de tudo: beleza, carisma, sedução, pegada etc mais, que eu acho que já deu para entender né... Que homem! Mas agora eu vou falar sério, vocês querem saber se a história faz jus ao protagonista que eu sei. 
 
O livro começa em um bar de um bairro, que pelas descrições de Quinn Armentrouth, é meio suburbano. Se bem que para ela qualquer bairro abaixo do que ela mora ou o que ela nasceu e morou a vida toda, é subúrbio. A Quinn apesar de fazer parte da alta sociedade, é bem pé no chão. Vai contra a todas as tentativas de chantagem da mãe, tanto que fez faculdade de Administração para dar continuidade aos trabalhos da avó no antiquário. Voltando ao bar, ela estava lá para encontrar seu funcionário, enquanto esperava ele chegar viu um homem com postura marcante, tatuado, imponente, e que a olhava com tamanha intensidade. 
 
Só que o funcionário deu furo e ela teve que ir embora. O que ela não esperava era um quase assalto perto do estacionamento. Eis que Zane aparece e a salva. Vai parecer clichêzinho essa parte, mas só lendo que a gente sente a complexidade da situação. Por fim ela agradece, trocam amenidades, até que ele vê o Corvette dela e fica impressionado. E se despedem. 
 
Ambos acreditam que nunca mais vão se ver na vida e que pena não ter conversado e aproveitado mais. Eu amo quando o livro tem o ponto de vista de ambos os protagonistas, porque podemos ver uma mesma cena de duas formas e isso ajuda muito na construção da trama. 

Mas como o mundo é um ovo, Quinn vai precisar dos serviços da Harper's para reformar uma moto usada que um cliente comprou, oficina mecânica do Jake e local de trabalho do Zane, que por sinal é a pessoa mais apropriada para consertos de Harley Davidson. Nem preciso dizer que ambos agradeceram ao universo pela incrível coincidência, não é mesmo?!

Preciso comentar que, AMEI E ME IDENTIFIQUEI REAL com as amigas da Quinn, Júlia e Gwen. Elas são super alto astral, solteiras, super engraçadas e ambas odeiam o ex da amiga. Se bem que quando você conhece a peça passa a odiar no mesmo instante. Babaca é pouco para ele. Acha que Quinn tem que voltar para ele a todo custo e para piorar a situação, tem todo o apoio da ex- sogra.
 
Antes de encerrar esta resenha vou falar que Zane e Quinn são tão diferentes em suas essências que o "primeiro encontro" deles, foi em uma sorveteria, o clima esquentou, o sorvete derretou enfim...Ela conheceu o apadravya dele. Mas o que Quinn não contava era que ele fosse embora no dia seguinte, sem ao menos se despedir. Para falar a verdade ambos juravam que fosse apenas desejo reprimido e uma noite de sexo casual resolveriam. Obviamente que não foi o que aconteceu. Ambos pensaram muito um no outro, foram incentivados por seus melhores amigos a ligarem. O problema mesmo é que Zane passou por muita coisa nessa vida e teve um término de namoro muito complicado com sua ex que também faz parte da alta sociedade. 

Por falar nela, Camille, a demônia vai aparecer para artesanar a vida do coitado. Mas não é só a dele que ela vai perturbar não e para piorar um ex enchendo o saco já é ruim, dois ninguém merece!! Porque Ashton, o ex de Quinn também vai entrar na roda. Por esses entre outros motivos que Zane não queria se relacionar com Quinn, apesar dela ter qualidades espetaculares porque jamais seria aceito pela família e pelo meio que ela vive.
Por fim, é preciso deixar explícito que: a história é incrível, a Patrícia colocou uma sensibilidade espetacular nas cenas mais pesadas. Os personagens vão muito além das características físicas, e nada é tão certo quanto aquele ditado: "nem sempre as coisas (e as pessoas) são como aparentam ser." O que enxergamos é só a ponta do iceberg.

Espero que vocês tenham gostado. Um beijo enorme e até a próxima!!
 
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