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[Coluna] Divagações #04: Minha insegurança

>> terça-feira, 9 de agosto de 2016



Olá pessoas!! Tudo bem com vocês?

Espero que por aí esteja tudo ótimo, porque por aqui ~depois de um mês~ sem a nossa coluna, voltamos e olha o texto de hoje está reflexivo, está sensato e acima de tudo, compreensivo.

P.s.: antes que me perguntem, o fato de estar em primeira pessoa não significa que aconteceu comigo, certo?! Foi só a vibe da criação que aparece no momento, aliás volta e meia vai aparecer textos em primeira pessoa. No entanto, espero que gostem...

"Às vezes eu fico pensando. Desde quando te conheci sabia que era você, mas eu não sou de perceber as coisas muito rápido e te deixei passar. Foram alguns anos "perdido" no mundo até te reencontrar de novo naquele mesmo lugar. Trocamos beijos e abraços, falamos amenidades, e minha mente processando cada novidade que me contava. Eu sorri, numa total demonstração de felicidade sobre suas conquistas. Algumas eu realmente fiquei feliz de verdade, mas outras fez eu pensar no quanto eu perdi. Não falo de você, eu falo de mim. Queria poder ter vivido e estar vivendo cada coisa que me contou ao seu lado. Queria tanto saber como seria se tivesse sido eu a pessoa a te esperar no altar, ouvi e dizer o tão esperado "sim". E me sentiria completo, realizado. Falaríamos os nossos votos e prometeríamos não desfazer os nossos nós, por qualquer "eu" inconsequente. Que teríamos inúmeras discussões, mas que no final tudo ficaria bem. Nosso nós seria composto de pequenos grandes momentos e de pequenas grandes ações transformando pequenas grandes pessoas dispostas a se tornarem uma só. Essa sempre seria a razão do nosso sim. Nada mais seria meu ou seu, seria nosso. E um nó é um laço muito apertado que não consegue se desfazer. Assim como nós... Se a minha insegurança e os meus medos assim permitissem. Relaxa, está tudo bem. O nós não se fez nó, mas fez laço e isso é o melhor presente na vida de uma pessoa. "

Deu uma dó, não deu? Mas que nos sirva de lição que a gente perde muito quando nos deixamos ser guiados pela nossa insegurança e pelo nosso mundo. O mundo é o agora, portanto só se arrependa daquilo que não fez.

Se identificou? Conhece alguém que passou por algo parecido? Compartilha e comenta aqui comigo o que achou.

Beijos e até a próxima!!


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