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[Resenha] Fica comigo- Kristen Proby

>> segunda-feira, 27 de abril de 2015

Olá Pessoas! Tudo bem com vocês? 
Sobre o livro de hoje, eu acho que fui a única pessoa do universo que nunca tinha lido né?! Porque a propaganda sobre ele é gigantesca, só escuto suspiros a respeito da família Montgomery. Mas ainda não tinha sentido aquele feeling para ler, na verdade é porque eu não sou fã de romance mesmo. 
No entanto, dei uma chance pra Luke e Natalie e logo a seguir, vocês verão minhas impressões ~sinceras~sobre o casal. 

Como o livro é no ponto de vista de Nat então temos a mocinha que mora com a melhor amiga e ambas são bem sucedidas no trabalho. Ok, temos isso mas, o começo do livro é completamente diferente dos clichês que a gente conhece. Ela como uma boa fotógrafa admiradora das obras da mãe natureza, decide ir tirar fotos do amanhecer na praia, da paisagem em si. Ela vê um casal caminhando juntos e decide tirar uma foto e eis que surge um maluco pedindo para que ela pare de tirar fotos dele e que ela dê a câmera para que ele possa apagar as fotos que foram "tiradas" dele. Confesso que achei que ele era um doente, desses bem psicopatas mesmo quando falou para ela. 

Passado esse incidente e depois que ela consegue convencê-lo de que não tem foto nenhuma dele na câmera dela. Se apresentam e conseguem até conversar de forma menos tensa. Mais tarde, nesse mesmo dia, ela vai fazer as entregas para lojas locais que vendem suas fotos e encontra novamente com o suposto "assaltante" que, na verdade está comprando um quadro para presentear a irmã, papo vai, papo vem e saem para tomar um drink num bar próximo... 

Algo que eu reparei nesse livro é que as coisas acontecem muito rápido. Por exemplo, antes dos drinks ele guardou o quadro que comprou no carro dela, depois que saíram ela deu carona até a casa dele. Ele a convidou para entrar e pouco tempo depois acontece o inevitável, eles se beijam. Nessa parte eu gostei muito da Nat porque ela é super cheia de atitude, se colocou pra jogo. Ainda mais quando ele disse que a desejava e que esperou por aquele momento o dia inteiro. Amassos vão acontecendo até que ele disse que aquele não era o momento para o sexo acontecer, mas seria em breve... Fiquei meio sem reação nesse momento, não que eu esperasse que acontecesse algo a mais, mas também não queria que o corte fosse tão assim no ápice da pegação. Luke querido, está escrito na Constituição que é terminantemente proibido cortar o clima no ponto alto da pegação, chega a ser brochante. A pessoa se sente péssima depois, isso serve tanto para homens quanto para mulheres viu! Não estou dizendo aqui que é pra rolar nada depois de uns bons amassos, e sim que a pessoa pode ir aproveitando o momento. Uma coisa que eu reparo na maioria das pessoas é que elas tem pressa, não sabe desfrutar da companhia, é como se seguissem um roteiro: tomar uma bebida para relaxar, beijo, amassos, sexo, fim! Enfim, até esse momento com Luke, Nat agia exatamente como eu falei sobre a maioria das pessoas e ele é exatamente o oposto dela. 

Como eu falei anteriormente, tudo com eles acontece com uma rapidez e uma intensidade que chega a ser assustadora. Por exemplo, na primeira semana ele já passou a chamar ela de 'amor' (vou falar sobre isso mais adiante), já dormiram um na casa do outro, ela conseguiu se abrir com ele com uma facilidade. E o melhor, pelo menos pra mim, foi a forma espontânea que ela lida com as coisas do cotidiano. Nat foi violentada por um "ficante" no começo da faculdade, perdeu os pais em um acidente de avião, perdeu a confiança nos homens, usou as tatuagens como forma de expressar o que sente em relação à várias coisas na vida, tem problemas de aceitação com o corpo e nunca teve um relacionamento sério. Por isso que quando Luke a elogia, ela por muitas vezes se sente insegura. Eu gosto disso nele, porque evidenciar as qualidades de uma mulher nem sempre é fácil e ainda mais se ela tiver problemas de baixa auto-estima ~apenas~ com o corpo. 

Tem o momento que ela descobre quem realmente ele é, graças a amiga Jules que como todo mundo antenado sabe o que acontece no mundo. Isso não se aplica à Nat porque ela não gosta de cinema... Portanto, ao perceber que ela não deu conta de quem ele era, Luke aproveitou para agir naturalmente como há muito tempo não fazia. Com Nat ele não precisava encenar, nem fingir, afinal ela estava com ele pelo jeito dele. Óbvio que se sentiu traída, afinal ela confiou nele a ponto de contar coisas da sua vida que não tinha contado pra ninguém, além da melhor amiga e ele não poderia ter contado pra ela que era um ex- ator famoso? Fiquei revoltadíssima com ele nessa parte do livro. Custava falar? Não! Ela não demonstrou que era de confiança e que não tinha nenhum interesse nele financeiramente falando como as demais com quem ele havia saído anteriormente? Então... 
Ok, passou... Ele se desculpou mandando uma floricultura para casa dela. Ainda bem que ela gosta de flores, porque se fosse eu ficaria mais irritada, desculpa você que gosta de receber flores, mas aprendi com a minha mãe que isso não é romântico, é mórbido! E concordo plenamente com ela nesse ponto. Não entraremos em discussão aqui por conta disso, afinal é uma questão de gosto. 

Aaaa já ia esquecendo de comentar que ele adora promover surpresas, cada capítulo você fica na expectativa pra saber o que vai acontecer. Como a noite na videira, até eu que não sou fã dessas coisas achei bonitinho ele fechar o lugar para um jantar a dois com direito a um colar de pérolas no final. Não vou falar o motivo do colar de pérolas pode ser que ainda tenha alguém que não tenha lido ainda e meu papel aqui não é dar spoilers. 

Sobre a música do casal ser Come Away With Me, da Norah Jones é muito amor e eu amei o trocadilho com o título original do livro que também é Come Away With Me. Tenho quase cem por cento de certeza que a autora fez essa escolha de propósito, só para dá sentido mesmo. 
Vou confessar que algumas coisas me tiraram do sério nesse livro como: toda hora ele chamando ela de 'amor'. Uma vez ou outra é legal, mas toda hora fiquei diabética com tanta melação e não tenho paciência pra isso. Os ciúmes possessivos dele com o trabalho dela e pedir para que ela o avisasse quando tivesse seções de fotos com homens solteiros... Sério isso? Esse tipo de insegurança misturado com ciúmes chega a ser irritante. Outra coisa irritante é a irmã dele, Samantha. Antipatia é o sobrenome dela. Ser uma irmã superprotetora é uma coisa, mas chegar a ponto de ser antipática é outra completamente diferente. 

Quando o livro vai se aproximando do final, vai ficando mais empolgante, mas não é nada assim 'nossa que uau' não. E de novo eu volto a falar dos acontecimentos serem rápidos demais, você pisca e já é outra coisa que nem deixa a gente absorver o que está de fato, acontecendo. Confesso que li mais da metade numa viagem, isso foi só na ida. Teria lido mais, se o fator cansaço não falasse mais alto. Porque mesmo ele sendo um livro grande, você não se assusta tanto, porque a letra tem um tamanho ótimo. Juro que fiquei me perguntando o porque de tanto alvoroço com essa série, depois descobri que a partir do segundo livro melhora muito em relação ao primeiro. Se pararmos para analisar, a maioria das séries e trilogias que conhecemos, o primeiro livro é quase sempre ruim ou mais ou menos e a partir do segundo melhora. 

No geral, é um livro para quem gosta de romances mel com açúcar mesmo! No entanto, espero que tenham gostado da resenha. 

Beijos e até a próxima!














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