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As violetas de Março - Sarah Jio

>> quarta-feira, 4 de setembro de 2013



Deixo-lhe um pensamento, um pensamento sobre o amor que me levou a passar por muitos fracassos: o grande amor perdura ao tempo, à mágoa e a distância. E mesmo quando tudo parece perdido, o verdadeiro amor vive.
Pág. 276


Antes de mais nada, antes de saber a história, este livro já me seduziu pela capa, pois achei linda!!

Emily Taylor é uma escritora de Nova York que fez muito sucesso com seu primeiro livro e, depois disso, perdeu o estímulo e a inspiração para continuar escrevendo.

Passando por uma separação dolorosa vendo seu marido Joel ir embora para viver com outra mulher, Emily se vê perdida, passando a questionar sua própria vida.

Por mais algumas horas, pelo menos até que eu assinasse os papéis do divórcio no final da tarde, ele ainda era meu marido. No entanto, era difícil fitar aqueles olhos castanho-escuros, sabendo que o homem com o qual eu havia me casado estava me deixando por outra pessoa. Como chegamos até ali?
Pág. 12

Ela decide então passar um mês na charmosa ilha de Bainbridge, em Washington, na casa da sua tia-avó Bee, na tentativa de encontrar inspiração para escrever e repensar sua vida. Ela guarda boas lembranças da ilha, pois era lá que passava as férias durante a infância.

Mas Emily encontra bem mais que inspiração. Ela encontra vários mistérios relacionados à sua família e encontra também um diário antigo na casa de Bee, datado de 1943, com uma história de amor envolvendo muitos personagens instigantes.

Emily começa a relacionar os personagens do diário, com pessoas reais da ilha e da sua própria família, e decide partir em busca de respostas. Quem são aquelas pessoas? Elas realmente existiram? O que tudo aquilo tem a ver com sua avó, sua mãe e, consequentemente, com a sua própria vida?

O passado começa a se misturar com o presente e, além disso, pode dar a Emily as respostas que ela tanto procura.

Achei que algumas coisas ficaram meio soltas, como a relação dela com seu namorado de infância. Mas, de uma maneira geral, gostei muito do livro.

As violetas de março, de Sarah Jio (Novo Conceito, 304 páginas, R$ 29,90) é mais que uma história de amor. É uma história sobre buscas e encontros (e às vezes reencontros). Mais do que respostas, Emily encontra a si mesma.

- São violetas-madeira. Não as via na ilha desde...
- Elas são muito raras - prosseguiu Henry, preenchendo o vazio deixado por Bee quando sua voz sumiu. - Você não pode plantá-las, pois elas não vão crescer. Elas têm de escolher você.
Pág. 132

CLÁUDIA VASCONCELOS
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