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A Arma Escarlate - Renata Ventura

>> sexta-feira, 6 de abril de 2012



Sinopse AQUI.

Desde que a autora entrou em contato comigo, pelo Skoob, venho nutrindo curiosidade e vontade de ler e descobrir seus encantos. Então, devo dizer que gostei, desgostei e no final gostei de novo, se é que deu para entender, rs.

Fiquei apaixonada pelo Capi e adorei o jeito de Caimana, que fazem parte dos Pixies, grupo que acolhe nosso protagonista.

Gostei muito da proposta, porque sempre me questionei sobre como seria se houvesse uma escola de magia e bruxaria aqui no Brasil e ler sobre isso, e a forma como a Renata descreve a escola e sua rotina, foi super legal.

A relação dos alunos, professores, dinâmicas de aula e a crítica que a autora faz sobre a forma como enxergamos as coisas aqui no nosso país e a forma como supervalorizamos as coisas que vem fora, em minha opinião, ficou ótima porque é algo que costumamos fazer.

Infelizmente preciso dizer que não fiquei fã de Idá, que mais tarde vai se chamar Hugo Escarlate. É compreensível a forma como ele enxerga a vida, mas não concordo com 95% dos atos dele no livro. Ele faz muita besteira e coloca os amigos em risco e não acho isso legal.

Já o final da história, teve algo que pra mim ficou previsível, mas que mesmo assim eu gostei de ver. Tem também umas cenas de ação que foram muito bem escritas.

Fazendo o balanço, o desfecho de A Arma Escarlate, de Renata Ventura (Novo Século, 552 páginas, R$ 39,90), foi positiva. Como não podia deixar de ser, a autora criou várias formas de se conhecer mais sobre a história de Hugo Escarlate. Ela descreve as coisas de uma forma bem realista e parece que realmente estamos dentro do livro. Todos os elementos de nossa vida cotidiana estão lá e é difícil não se irritar ou se comover com algumas coisas.

Alguns trechos:

- Quem precisa daquele shopping esnobe se tem tudo por um quinto do preço? Já comprou sua varinha?
Comprar não era o verbo mais apropriado, mas Hugo confirmou com a cabeça, tirando a varinha escarlate do bolso e segurando discretamente fora do alcance do garoto.
Pág. 73

- Sinistro! Onde tu aprendeu a fazer isso? Gueco pergunta maravilhado.
- Porque? É muito difícil?
- Que eu saiba, fazer um troço desses sem pronunciar uma palavra sequer é magia avançada! O máximo que eu consegui foi fazer que a minha soltasse uns jatinhos azuis inofensivos.
Hugo sorriu satisfeito.
Tinha escolhido a varela certa.
Pág. 74 

Tracy Anny





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